Mostrando postagens com marcador Trakinas e Coca-Cola. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trakinas e Coca-Cola. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Twitter terá corretor ortográfico para celebridades

Preocupado com as constantes confusões envolvendo celebridades que não sabem escrever, o Twitter vai lançar uma versão especial de seu site. O novo Twitter, com corretor ortográfico, poderá ser assinado apenas por celebridades. "Estamos perdendo usuários que são famosos mas são expostos ao ridículo com seus erros. Este novo serviço vai trazer de volta essas celebridades", disse Alfred Schulmann, diretor executivo do serviço de microblogs.

O Twitter tomou essa decisão depois que algumas celebridades resolveram fechar seus perfis por causa de erros. No início do ano passado, Xuxa resolveu não twitar mais por causa dos erros de sua filha, Sasha. A menina escreveu a palavra cena com "s" e foi atacada no serviço de microblogs. A nova ferramenta reconhece os erros assim que eles são digitados e os corrige automaticamente. "Tenho certeza de que muitas celebridades ficam intimidadas. Agora, elas já sabem: o Twitter será para todos", disse Schulmann.

As celebridades adoraram a ideia. "É legal ter um corretor, mas isso não vai manchar a tela do micro quando a gente passar para corrigir?", perguntou uma dançarina de axé.

PS: Esta notícia é fictícia e tem caráter meramente humorístico.

13 coisas que você não sabe sobre Dilma

O alvoroço causado pelo presidente Lula, que comparou Dilma a Mandela não faz sentido. Na verdade, Lula foi modesto. Existem vários fatos sobre Dilma que o presidente poderia ter revelado. Aí vão eles:

1) Dilma foi o primeiro bebê Johnson
2) Quando Neil Armstrong chegou à lua Dilma estava lá para recebê-lo
3) Deus criou o mundo em seis dias. No sétimo, Dilma deu uma retocada
4) Dilma ensinou Michael jackson a dançar
5) Liza Minelli teve aulas de canto com Dilma
6) Dilma faltou a uma reunião com João Gilberto, Tim Maia e Rubem Fonseca
7) Che Guevara usava uma camiseta com Dilma estampada
8) Einstein estava confuso. Dilma lhe disse: calma, tudo é relativo
9) Chuck Norris tem medo de Dilma
1o) Buda tinha uma pequena estatua de Dilma em casa
11) Dilma esconde o quarto segredo de Fátima.
12) Dilma venceu Usain Bolt nos cem metros rasos. Pulando numa perna só.
 13) Dilma recusou uma cantada de José Mayer.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Rihanna expõe dramas pessoais em disco com sabor de superação

Por: Eduardo Ribeiro

Conflitos emocionais vividos pela cantora são narrados através de composições tocantes e bem arranjadas que a conduzem para uma seara do pop mais espinhosa do que bubblegum; Rated R traz participações de Slash, will.i.am e Young Jeezy

Não precisa ser gênio para escutar ao apanhado de canções em Rated R, o quarto álbum da cantora barbadiana, para sacar o quadro. Este é o primeiro trabalho pretensamente mais "sério" ou maduro da menina, um auto-exame ultra-pessoal movido pela necessidade de superação.

Dizem que o repertório do novo trabalho da artista pop começou a ser composto assim que ela se recuperou da brutalidade cometida contra ela por seu então namorado, Chris Brown, após a noite do último Grammy. Natural, então, que este seja o sabor do álbum como um todo, que, absorvendo uma emoção franca e sincera da artista, coloca lá no alto o resultado final da produção.
Desde 2005, quando apareceu com o single "Pon The Replay", Rihanna vem impressionando com a elasticidade das notas que saem de seu gogó e o tino para atribuir charme a faixas como "Umbrella" e "Don't Stop The Music". A essas qualidades, soma-se agora o fato de que Rihanna tem algo a dizer, para além dos refrões banais, e, por isso mesmo, fica claro que ela se dedicou muito mais às gravações, entregando ao ouvinte uma obra rica em melodias vocais e o passeio por diferentes vibes do pop mainstream.

Com produção esmerada nos padrões que ainda são herança típica da estética cabível às FMs, pelas mãos de The-Dream, Trichy Stewart, Stargate e The Y's, Rihanna não foge muito aos clichês do gênero e o drama de Rated R, por sua vez, não a coloca como a primeira popstar em ascensão a tentar comover o mundo com conflitos pessoais. Mas da maneira confusa e vulnerável com que ela se expõe, arrependimento, tristeza e toda a gama de sentimentos que ela procura esquadrinhar acabam vertendo em canções agradáveis de escutar.
Os destaques vão para a crescente "Fire Bomb", a climática balada triste "Cold Case Love", co-escrita com Justin Timberlake, o primeiro single "Russian Roulette", um dos melhores momentos do disco, "Rock Star 101", que tem participação do Slash, e a melosa e intensa "The Last Song", onde a voz de Rihanna ganha maior destaque em relação ao instrumental contido, mas bem arranjado.

TRACKLIST

1. Mad House
2. Wait Your Turn
3. Hard featuring Jeezy
4. Stupid In Love
5. ROCKSTAR 101 featuring Slash
6. Russian Roulette
7. Fire Bomb
8. Rude Boy
9. Photographs featuring will.i.am
10. G4L
11. Te Amo
12. Cold Case Love
13. The Last Song

terça-feira, 20 de abril de 2010

Lady Gaga traz os monstros de sua vida para a música

Por: Jessica Bonetti

A nova edição de Monster, disco que arrebatou 4 milhões em vendas ao redor do mundo, ganha reedição caprichada com duas opções de capa e oito faixas inéditas, que falam de sexo, amor, álcool, morte e solidão - os referidos monstros sugeridos pelo título do álbum.

The Fame Monster, novo CD da cantora freak-pop Lady Gaga, trata-se de uma compilação musical do seu primeiro trabalho acrescido de oito musicas inéditas. Suas influências pop-retrô e sua fórmula de sucesso continuam dando o tom às novas faixas. Garantindo, assim, pelo menos mais seis meses de hits e polêmicas. Aqui, uma verdadeira mistura de ritmos cria vários climas diferentes, mas sempre mantendo a linha amor-escrachado-dançante para revelar, como ela mesma diz, "os monstros da minha vida".

A abertura fica por conta da música mais tocada das últimas semanas, o single "Bad Romance", produzido por Red One, Teddy Riley, Rodney Jerkins, Ron Fair e Fernando Garibay. O clima de catástrofe amorosa não termina por aí - em seguida vem a divertida "Alejandro", em que toda uma atmosfera latin lover é muito bem construída enquanto ela diz que quer "apenas fumar seu cigarro e sair".

"Monster", a terceira faixa, vem com tudo o que um sucesso da Lady Gaga costuma trazer, então se preparem que vocês ainda vão ouvir muito essa música por aí. Em "Telephone", deparamo-nos com a tão comentada parceria ao lado de Beyoncé. As duas conseguem firmar bem suas identidades musicais, mas mesmo com toda força expressa pelas atuais musas pop, esta fica longe de ser a melhor faixa do lançamento.

De modo geral, o trabalho vem a público sob produção meticulosa em estúdio, pronto para dar o play e agitar todas as pistas de dança, ficando acima da média das re-edits feitas por DJs. As músicas descrevem a madrugada de uma diva apaixonada, indo desde o início da noite que começa com uma masturbação (!) em "So Happy I Could Die", passando por "Dance in the Dark", uma balada cheia de dramas, até desembocar na ressaca física e mental cheia de lágrimas de "Speechless". Lady Gaga deixa claro neste álbum que sabe se articular musicalmente, e não só performaticamente.

Em The Fame Monster, quem não gostava da cantora, provavelmente vai continuar não gostando. Quem já gostava, terá todos os motivos para mantê-la no topo, mas quem esperava novidades, bem... Não foi dessa vez. Mesmo assim, fica a indicação de um ótimo CD, autêntico e pop.

TRACKLIST

Disco 1:

1. Bad Romance
2. Alejandro
3. Monster
4. So Happy I Could Die
5. Speechless
6. Dance in the Dark
7. Telephone
8. Teeth

Disco 2:

1. Just Dance" featuring Colby O'Donis
2. LoveGame
3. Paparazzi
4. Poker Face
5. Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)
6. Beautiful, Dirty, Rich
7. The Fame
8. Money Honey
9. Starstruck featuring Space Cowboy and Flo Rida
10. Boys Boys Boys
11. Paper Gangsta
12. Brown Eyes
13. I Like It Rough
14. Summerboy
15. Disco Heaven (international bonus track)
16. Again Again (U.K. bonus track)
17. Retro, Dance, Freak (Japanese bonus track)

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Frases de 2009

Michael Jackson - "This is it" - Michael Jackson, ao dizer “This is it” (“Isso é tudo”, em português) e nomear sua última turnê com a mesma frase, parece até que o “Rei do Pop” fez uma despedida e sabia que ia embarcar dessa para uma melhor. Será?
 
Carolina Dieckmann - “Ser 'gente como a gente' vai muito além de ter celulites... Mas pra ser como eu, é preciso ter um bom coração, e isso muita gente não tem!” Ela foi vítima de comentários maldosos a respeito das “indesejadas”, ao sair emdefesa das mulheres e suas inseparáveis celulites.


Fabiana Karla - "Não sou gostosa como a Preta Gil, brinco dizendo que sou uma mulher sabão de coco: quadradinha e cheirosa" . Sempre bem-humorada e brincalhona.


Fernanda Young -“Espero que muita gente se masturbe” - Como sempre direta e polêmica, na coletiva de imprensa de sua “Playboy”.  (Essa eu vou ter que comentar... Será que ela se acha "excitante???)

Ney Matogrosso - "As pessoas da minha idade, a maioria delas, estão com a chuteirinha pendurada, sentadas diante da TV, de pijaminha. Eu não estou e não vou estar. Não estou falando de artistas, e sim de uma maneira geral" - Ney tem hoje com 68 anos.


Lady GaGa - "Minha linda vagina está muito ofendida. Eu não, mas sim minha vagina. Ela está ofendida". Depois de ser questionada se era hermafrodita.


Gugu Liberato - "Só aqui no 'Domingo Legal' você vê o Blue Man" - Foi para a Record, e logo na sua estreia não conseguiu esquecer o antigo emprego.

Maisa Silva -“É peruca! Ele usa peruca!” - Ela pode até ser pequena, mas conseguiu deixar o SBT de pernas pro ar em 2009. No quadro “Pergunte para Maísa”, Silvio Santos apostou no carisma da menininha e acabou se tornando vitima das peripécias da garota. Todo domingo Maísa aprontava uma com “patrão” até que um dia a pequena soltou a pérola das pérolas. Há anos especula-se que Silvio Santos é careca. Nada foi confirmado, mas a reação da menina ao observar a cabeleira do apresentador poupa qualquer tipo de esclarecimento.


Sasha - ”Tenho que ir vou fazer uma 'sena' com a cobra” - A filha de Xuxa Meneghel, foi alvo de duras criticas ao escrever a palavra “cena” com a letra “s” no Twitter. Quando a menina postou a frase, vários usuários do site tiraram sarro dela. Em seguida, mamãe Meneghel explicou que a garota foi alfabetizada em inglês e não estava habituada com o nosso idioma. (Engraçado... Filho de pobre é analfabeto, já de rico é "analfabetizada" em inglês... deixa quieto...)

David Becham - “Um dos caras mais bonitos que conheci” - David Beckham, que tem todo o direito de ser um cara vaidoso, mas também não precisa extrapolar. Durante uma participação no programa “Lopez Tonight”, o jogador de futebol foi questionado sobre sua amizade com Tom Cruise e comentou sobre a beleza do ator... (Mais uma vez tenho que falar... se fosse pobre seria chamado de gay... mas é rico, então é "chique"...)

Xuxa - “Nessa vida, não vim para me casar, não sou chegada” -Durante uma entrevista para o “Jornal Hoje”, ao ser questionada sobre seu relacionamento com o ator Luciano Szafir. Dizem que foi o estopim para o fim do relacionamento do casal.  (Quer dizer que ela nao é chegada? Sem problemas, ele também parece nao ser...)

Francine Piaia - “Admiro mulheres que não vivem da bunda" - Depois de conferir o ensaio sensual que Fernanda Young fez para a revista “Playboy”. (duas desbundadas...)

Fonte : ENTRETENIMENTO MSN

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Contrato de Namoro

Contrato de Namoro


Os abaixo-assinados, ___________, doravante conhecido apenas como o NAMORADO, e [COLOCAR AQUI NOME DA NAMORADA], doravante conhecida única e exclusivamente como a NAMORADA, têm entre si justa e contratada a constituição de uma sociedade civil por quotas de responsabilidade limitada, que se regerá pelas cláusulas e condições seguintes:

Título 1 – Dos princípios gerais

Primeira – A NAMORADA compromete-se em prover amor única e exclusivamente para o NAMORADO.

Segunda – O NAMORADO compromete-se a prover amor e carinho única e exclusivamente para a NAMORADA.

par.1 – Salvo exceções onde o NAMORADO estiver em estado avançado de embriaguês. Estado cuja qual a traição seja considerada distração.

Terceira – A NAMORADA compromete-se em entender a necessidade do NAMORADO de reunir-se semanalmente com os amigos para o ato futebolístico e cervejada, atos estes necessários para o bom andamento do corpo e mente do NAMORADO.

par.1 – A NAMORADA entenderá que não existe horário fixo para que o NAMORADO chegue em casa nos dias de reunião, sendo que 3 (três) da manhã nunca é tão tarde.

Quarta - A NAMORADA sempre obedecerá todas as ordens e vontades do NAMORADO.

Quinta - A NAMORADA compromete-se em prover ao NAMORADO todo sexo necessário, sendo que toda e qualquer desculpa (dores de cabeça, novo penteado, horário) serão sumariamente ignorados pelo NAMORADO.

par.1 – O NAMORADO reserva-se também o direito de testar sempre a mulher alheia, com finalidade de ganhar conhecimento extra para satisfazer com maior eficiência as necessidades da NAMORADA.

par.2 – É lícito ao NAMORADO, durante um mês a cada ano, tirar férias da NAMORADA, não cabendo qualquer explicação ou justificativa sob pena de violação de intimidade.

Sexta - Toda e qualquer conta de valor superior a 100 (cem) reais deverão ser pagas pela NAMORADA, inclusive as cobranças referentes a utilização de motéis e casas de meretrício, mesmo que a NAMORADA não tenha acompanhado o NAMORADO ao estabelecimento.

par.1 – Todas as cobranças inferiores à 100 (cem) reais deverão ser pagas 80% pela NAMORADA, 20% pelo NAMORADO.

S�tima - O NAMORADO compromete-se desde o início a NUNCA trair a namorada com nenhuma mulher que NÃO se encaixe nesta classificação: – 1. as nacionais – 2. as extrangeiras

par.1 – Em caso de traição com algum ser do sexo feminino que não se enquadre corretamente na classificação acima citada a NAMORADA reserva-se o direito de utilizar qualquer tipo de material afiado e cortante nas partes íntimas do NAMORADO.

Oitava - A NAMORADA compromete-se em NUNCA tocar partes traseiras e íntimas do NAMORADO.

Nona - Toda e qualquer disposição não escrita neste contrato deverá ser obedecida sempre que o NAMORADO quiser, a NAMORADA nunca estará com a razão.

D�cima - A NAMORADA nunca deverá chantagear o NAMORADO, principalmente com sexo.

Título 2 – Disposições finais

Décima primeira - A sociedade terá duração indeterminada.

Décima segunda - O NAMORADO fica isento de culpa ou dolo de qualquer delito que porventura tenha sido ocasionado pelos itens descritos na redação determinada pela Lei vigente 6264/38:

I – Grau alcóolico elevado

II – ambiente favorável

Décima terceira - O contrato passa a ter validade quando o NAMORADO achar que deve ter.

par.1 – O NAMORADO determinará a vigência e área de cobertura do contrato.

Título 3 – Do regime da sociedade

Décima quarta – Somente é lícito à NAMORADA fazer regime. Qualquer reclamação sobre o peso ou o estado físico do NAMORADO dá a este o direito à separação.

Décima quinta – A NAMORADA se compromete a permanecer com o peso, e o físico, do dia do início do namoro. Qualquer alteração será considerada violação dos deveres matrimoniais, ensejando o encerramento do namoro por culpa da gorducha.

par.1 – Quando houver alteração para um menor peso, é facultado ao NAMORADO pedir à separação, sendo que, quando solicitado, a culpa recairá sobre a anoréxica.

Título 4 – Do regime de bens

Décima sexta – O casal adotará o Regime Híbrido. Quando houver aumento patrimonial advindo do NAMORADO, vigorará a Separação Total de Bens. Quando o aumento advier da NAMORADA, vigorará a Comunhão parcial de bens, somando-se tais bens aos do casal.

__________________________

NAMORADO

__________________________

NAMORADA

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Os sem-celular

Por Vanessa Barbara

O telefone celular não é apenas um artefato do Coisa-Ruim, assim como a televisão é a Besta encarnada. É um rastreador do governo/alienígenas/palhaços/Grandes Corporações que serve para manter cada indivíduo sob o domínio deles. Via satélite, eles controlam aonde o senhor 9999-9999 vai, o que fala, quanto tempo demora a digerir um rosbife e tudo o que está pensando, inclusive quando, silenciosamente, comemora: "Humm, rosquinhas".

Somos 37 os integrantes do combalido Grêmio Pan-americano de Repúdio ao Celular, organização com fins lucrativos que se dedica a imprecar contra o aparelho de telefonia móvel. No quadro de associados, figuram meu avô, o Elton John, um sujeito que mora ao sul de Tocantins, uma velha chamada Celeste que tem os dedos gordos e não consegue apertar as teclas individualmente, o Chico Buarque, o Matheus Nachtergaele, o tio de uma amiga minha, a cantora Stephany do Piauí, um andarilho chamado Ganesha Sol de Oliveira e eu.

Nos últimos meses, o número de membros só tem diminuído, devido à idade avançada dos fundadores e por conta de certos escândalos ― como telefones pessoais vibrando durante a reunião de diretoria.

Em dezembro do ano passado, o Brasil chegou a 169 milhões de celulares. São 88,43 aparelhos para cada 100 habitantes. É questão de tempo para que todos os terráqueos (menos nós, os 37) estejam sob o domínio deles.

É fácil reconhecer as vítimas deles. Vejam como ficam desorientados, remexendo suas bolsas diante de qualquer ruído, mesmo quando a gente imita som de telefone com a boca. Diante de um sinal preestabelecido, como o hino do Palmeiras ou Adocica, de Beto Barbosa, todos sairão correndo para atender seus respectivos telemóveis e receberão ordens de aplicar petelecos uns aos outros. A senha para a instauração da balbúrdia será: "É o meu! É o meu!", e nós, os 37, assistiremos ao espetáculo com um sorriso no rosto, tranquilos e gabolas.

Gostamos bastante de celulares que explodem. Apreciamos macabros ringtones que provocam sustos nos proprietários. Exultamos ao ver as filas à porta das operadoras, gente que tropeça no ônibus com o aparelho equilibrado entre a orelha e o ombro e, sobretudo, o semblante de pânico e prontidão no rosto de quem traz a maléfica engenhoca no bolso. Reagimos com euforia às pesquisas que dizem que o celular dá gota, tifo e problemas abdominais a esclarecer. Exemplo: a partir de 1994, a cidade de Londres registrou um declínio de 75% na população de pássaros, o que coincide com a popularização dos celulares na cidade.

Outro dia, li numa revista institucional uma matéria definitiva sobre as benesses do celular, elaborada inteiramente a partir de um gerador automático de artigos: cinco páginas de puro senso comum, com estatísticas aleatórias e frases de efeito a cada fim de parágrafo. O texto, que de resto era profundo como uma bateria de telefone portátil, terminava, triunfantemente, da seguinte maneira: "Com ou sem radiação, símbolo de status, objeto funcional ou companheiro virtual, não importa: o celular mudou definitivamente as nossas vidas ― e o seu alcance ainda nem chegou perto de todo o seu potencial".

Como se pode ver, o celular realmente frita os neurônios. Em questão de minutos. "Com ou sem radiação" virou o mote do nosso grêmio, que se gaba de ter um telefone fixo, de disco, só para receber ligações dos advogados da Cooperativa de Telefonia Móvel. Também temos orgulho de haver eleito Edson Celulari como inimigo número um da classe, num congresso que durou três horas e terminou com uma feirinha de artesanato e papéis de carta.

Uma coisa que invejamos nos usuários, porém, é a capacidade de realizar complexas operações matemáticas e calcular variantes. Exemplo: a operadora X fornece 23% de desconto na franquia mensal para quem fala 280 minutos em ligações locais, envia 100 torpedos por mês, baixa três megabytes de dados e tem uma tia chamada Lourdes. Já a operadora Y cobra só depois do primeiro minuto, permite roaming gratuito, exige fidelidade de dezoito meses e libera sem custos o envio de fotomensagens. É preciso ter doutorado em estatística para computar esses dados. Pois bem, o detentor de um celular considera todos esses fatores simultaneamente e, no final, escolhe o pior plano, com os piores atendentes, e um sinal fanho que só melhora nas cercanias do Pico do Jaraguá.

Em geral, o dono de uma linha iniciada com 6, 7, 8 ou 9 costuma estrear a engenhoca no ônibus. A quem interessar possa, se é que isso algum dia interessaria a alguém, ele grita: alô? está me escutando? estou entrando num túnel. E em seguida passa a fornecer informações em tempo real sobre o itinerário. É esse o grande barato do telefone móvel: anunciar ao pessoal de casa que já vou chegar, estou na frente do castelinho, e, pouco depois: acabei de passar no ponto do frangão, mais uns cinco minutos... É comum mentirem: em Copacabana, dizem que estão quase chegando no Méier. Ou então engatam uma conversa íntima sobre o furúnculo do cunhado, a excursão feita pela Europa, as enchentes, a evolução das espécies. Quando menos se espera, o bate-papo já virou briga, com direito a descrição dos mais recentes escândalos extraconjugais. O chato é que ninguém está autorizado a levantar a mão e tirar suas dúvidas.

Há também os que atendem o telefone no cinema, gritando: agora não dá, estou no cinema (não diga!). Ou os que resolvem checar as mensagens durante os trailers, projetando um facho de luz celestial que cega temporariamente até o homem da projeção. Ou então aqueles que usam o aparelho como se fosse um walkie-talkie, no viva-voz, e nem têm a gentileza de anunciar antes: "Estou aqui na praça com mais cinco desconhecidos, uns bebês, a moça do sorvete, o varredor e o pessoal que saiu do filme por minha causa. Todo mundo está ouvindo. O que você queria me contar sobre a sua micose?".

Como se não bastasse, os proprietários de celular são comprovadamente culpados por acidentes de toda sorte, como o entupimento involuntário de privadas e o congestionamento de pedestres nas calçadas. O fenômeno ocorre quando um ou mais transeuntes atendem uma chamada e passam a andar mais devagar, descrevendo um movimento de cambaleante zigue-zague, para desespero dos que estão atrás. É ruim, mas nada é pior do que tentar conversar com alguém que está mandando mensagens. De quando em quando, o sujeito levanta a cabeça, faz a tradicional pausa de quem estava em outra era geológica e pergunta: "Quem?", alcançando o assunto com dois meses de atraso.

Nosso grêmio está aceitando novos membros. A prioridade é para quem nunca teve um celular e não pretende ter, nem sob o seu cadáver, mesmo que seja justamente para chamar a emergência e salvar a própria vida. Também podem se candidatar aqueles que possuem o aparelho mas desejam se recuperar, os ex-nomofóbicos (dependentes patológicos) e os que o deixam desligado na gaveta de casa, desde que não saibam "que botão eu aperto para atender".

Texto gentilmente cedido pela autora. Originalmente publicado na Revista Piauí de março de 2010.

10 Dicas para descobrir se teu namorado é gay (só para as mulheres).

1-Sem querer ele te chama de "mona".
2-O cabelo dele é mais importante que o pênis.
3-Seu vibrador aparece descarregado sem explicação.
4-Sua calcinha vermelha foi abduzida por gnomos (segundo ele, claro!)
5-Você entra no histórico do Internet Explorer e ta lá: www.móchupacaralho.com.br
6-Seu cachorro desenterra uma boneca barbie do quintal.
7-Vocês estão transando e ele não para de se olhar no espelho. E ainda fala: Olha que bicéps te pegando, hummm...
8-Você diz que vão passar o dia no shopping e ele adora a idéia!
9-No shopping escolhe o vestido mais curto pra você comprar. E ainda te chama de fabulosa.
10-A certeira: Ele faz sexo oral em você sem ter uma ereção!

PS.: Me perdoem se fui politicamente incorreto, mas esta piada é irresistível, além de bem coerente... hehe

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Cidade Maravilhosa (e Feliz!!!)


O Rio de Janeiro lidera a lista das dez cidades consideradas as mais felizes do mundo, segundo uma relação divulgada pela revista econômica "Forbes".
"Desde que Fred Astaire e Ginger Rogers apareceram no filme 'Voando para o Rio', em 1933, o mundo ficou fascinado com o Rio de Janeiro. O ideário popular da cidade é repleto de imagens de jovens dançando pela noite, tendo ao fundo as montanhas e o mar", afirma a revista em seu site, sem esquecer de citar o carnaval carioca.
A relação das cidades mais felizes do mundo, divulgada na quarta-feira (2) pela "Forbes", foi elaborada em função dos dados de uma recente pesquisa realizada pelo instituto de pesquisa de mercado GfK Custom Research North America e pelo consultor Simon Anholt, que reuniu as respostas de dez mil pessoas em mais de 20 países.

"O Brasil é associado a bom humor, a um bom estilo de vida e ao carnaval", diz Anholt. "O carnaval é muito importante - é a imagem clássica que as pessoas têm do Rio, e é uma imagem de felicidade", afirma.
O segundo lugar da lista é de Sydney, na Austrália, país da quinta colocada, Melbourne. A terceira colocada é a cidade espanhola de Barcelona, seguida pela capital holandesa, Amsterdã.
Madri, São Francisco (Estados Unidos), Roma, Paris e Buenos Aires completam a lista das cidades mais felizes do planeta para a "Forbes".
Para Anholt, a pesquisa reflete em grande medida a antiga reputação das cidades do Mediterrâneo e da América Latina como lugares festivos.
"É uma pesquisa de percepção, não da realidade", disse o consultor à revista americana.

Veja abaixo o ranking da Forbes:

1º - Rio de Janeiro (Brasil) 2º - Sydney (Austrália) 3º - Barcelona (Espanha) 4º - Amsterdã (Holanda) 5º - Melbourne (Austrália) 6º - Madri (Espanha) 7º - São Francisco (EUA) 8º - Roma (Itália) 9º - Paris (França) 10º - Buenos Aires (Argentina) .


terça-feira, 8 de setembro de 2009

Agora sim, vamos entender a novela Caminho das Índias



Pena que só agora na reta final de caminho das Índias, descobri o significado de expressões tão utilizadas na novela, que maliás foam motivo de irritação muitas vezes!



Are Baba - Indignação. Ex: puta que o pariu, mas que merda, não fode.

Are baguandi - Espanto. Ex:Mas que merda, mas que caraio.

Baguan Keliê - Susto. Ex: puts que cagada

Atcha - Quando se concorda com algo. Ex: massa, tesão.

Atchatchatchactha - Quando se concorda muito com algo. Ex: Tesão pacaralho.

Firangui - Biscate Tik - pode crer.

Tik Tik - Pode crer to ligado.

Tik Tik Tik - Pode crer to ligado na parada.

Tchâlo - calma fio, calma fia.

Mamadi - Véia.

Dadi - Véio Nahim - nem fudendo.

Shukriá - Valeu aí mano.

Namastê - vai na fé, e aí.

Chai - Pinga, cachaça, véio barrero.

Até que não é tão difícil, né?




quinta-feira, 26 de março de 2009

Para você estar passando adiante


Ricardo Freire


Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o gerundismo. Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela internet.
O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.
Sinta-se livre para estar fazendo tantas cópias quantas você vá estar achando necessárias, de modo a estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral.
Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, o objetivo deste movimento é estar fazendo com que esteja caindo a ficha das pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.
Nós temos que estar nos unindo para estar mostrando a nossos interlocutores que, sim, pode estar existindo uma maneira de estar aprendendo a estar parando de estar falando desse jeito. Até porque, caso contrário, todos nós vamos estar sendo obrigados a estar emigrando para algum lugar onde não vão estar nos obrigando a estar ouvindo frases assim o dia inteirinho. Sinceramente: nossa paciência está ficando a ponto de estar estourando.
O próximo "Eu vou estar transferindo a sua ligação" que eu vá estar ouvindo pode estar provocando alguma reação violenta da minha parte. Eu não vou estar me responsabilizando pelos meus atos.
As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia.
Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que "We'll be sending it tomorrow" possa estar tendo o mesmo significado que "Nós vamos estar mandando isso amanhã" acabou por estar sendo só um passo.
Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações. A gravidade da situação só começou a estar se evidenciando quando o diálogo mais coloquial demonstrou estar sendo invadido inapelavelmente pelo gerundismo.
A primeira pessoa que inventou de estar falando "Eu vou tá pensando no seu caso" sem querer acabou por estar escancarando uma porta para essa infelicidade linguística estar se instalando nas ruas e estar entrando em nossas vidas. Você certamente já deve ter estado estando a estar ouvindo coisas como "O que cê vai tá fazendo domingo?" ou "Quando que cê vai tá viajando pra praia?", ou "Me espera, que eu vou tá te ligando assim que eu chegar em casa".
Deus, o que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?
A única solução vai estar sendo submeter o gerundismo à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o "a nível de", o "enquanto", o "pra se ter uma idéia" e outros menos votados.
A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?

Originalmente publicado na coluna Xongas, de O Estado de S. Paulo, em 16 de fevereiro de 2001.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Porque é bom ser homem


01. Uma viagem de cinco dias requer apenas uma mochila.


02. Conversas telefônicas acabam em 30 segundos ou menos.


03. Nada de filas para o banheiro.


04. Você consegue abrir as tampas dos potes.


05. Ao passear pelos canais da TV, você não tem que parar quando vê alguém chorando.


06. Todos seus orgasmos são verdadeiros.


07. Você não tem que carregar uma bolsa cheia de tralha para cima e pra baixo.


08. Você pode ir ao banheiro sem um grupo de apoio.


09. Se seu trabalho é criticado, você não fica achando que todo mundo te odeia.


10. Você economiza tempo e dinheiro lavando a roupa de 3 em 3 semanas.


11. Fazer sexo não deixa você preocupado com sua reputação.


12. Se alguém esquece de convidar você para alguma coisa, é apenas um esquecimento, e não evidência de que odeiam você.


13. Você não tem que fazer a barba abaixo do pescoço. (BOA)


14. Nenhum dos seus colegas de trabalho tem o poder de fazer você chorar.


15. Se você tem 34 anos e é solteiro, ninguém liga.


16. Chocolate é um alimento como qualquer outro.


17. Flores resolvem tudo.


18. Você não tem que se preocupar em 'ferir os sentimentos' dos outros a cada telefonema pronunciado.


19. Você consegue estacionar em vagas que têm menos de 2.5 vezes o comprimento do seu carro.


20. Ana Maria Braga inexiste no seu universo.


21. A revista 'Caras' inexiste no seu universo.


22. Você não tem compulsão de arrumar sua casa inteira em 15 segundos quando alguém toca a campainha.


23. Os mecânicos te dizem a verdade.


24. Você está se lixando se alguém percebe ou não que você cortou o cabelo.


25. Se você está assistindo a um jogo com um amigo seu e ele está no mais absoluto silêncio por 45 minutos, é porque o jogo está bom, e não porque ele está de mal com você.


26. O mundo é seu mictório. (BOA)


27. Você não depende do seu cônjuge para programar videocassete.. Cera quente e suas partes íntimas estão sempre a uma distância respeitável.


29. Cabelos brancos e rugas somam charme.


30. Ninguém fica olhando para seu peito enquanto conversa.


31. Você tem um relacionamento absolutamente normal com sua mãe.


32. Você pode comprar camisinhas sem que o balconista faça aquela cara de 'visão de raios-X'.


33. Se você diz que vai ligar para um amigo e não liga, ele não fica choramingando e os outros não formam um comitê para solucionar o problema.


34. Você não tem medo da velhice.


35. Você não tem que dispensar uma oportunidade de fazer sexo.


36. Filmes pornô são projetados especificamente para SUA mente.


37. Você não tem que se lembrar dos aniversários de casamento e nascimento de todo mundo.


38. Ter antipatia por ela não o impede de fazer sexo com ela.


39. Quando se encontra com os amigos, você sabe que não vai enfrentar a frase 'Então, está notando algo diferente em mim?'


40. Seus amigos não o obrigam a falar sem ter sobre o que falar.


41. A continuidade do Universo não depende da roupa de cama ser trocada todo dia.


42. Ter barriga não o impede de usar camiseta.


43. Você se diverte com listas politicamente incorretas na internet que deixam elas espumando de raiva.


44. Quando elas fazem uma lista esculhambando os homens, você também se diverte.


45. Você não tem um chilique se acha a tampa da privada levantada - e se ela está abaixada você simplesmente a levanta.


46. Por mais imundo que você esteja, tomar banho e arrumar-se integralmente para sair leva apenas 7 minutos.


47. Você não precisa experimentar 9 vestidos para escolher 1 para sair.


48. Você percebe quando um pneu fura.49. E um pneu furado não o coloca em pânico absoluto à espera do Apocalipse imediato.


50. Você tem saco para coçar quando não está fazendo nada.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sabedoria Masculina

Veja porque não se deve encarregar um homem de dar conselhos e orientações sentimentais nas revistas femininas…

Caro Roberto,

Espero que possa me ajudar. Peguei meu carro e saí­ pra trabalhar, deixando meu marido em casa vendo televisão, como sempre. Rodei pouco mais de 1km quando o motor morreu e o carro parou. Voltei pra casa, para pedir ajuda ao meu marido.
Quando cheguei, nem pude acreditar, ele estava no quarto, com a filha da vizinha!
Eu tenho 32 anos, meu marido 34, e a garota 22. Estamos casados há 10 anos, ele confessou que eles estavam tendo um caso há 6 meses. Eu o amo muito e estou desesperada.

Você pode me ajudar?

Antecipadamente grata.

Patrícia

RESPOSTA:

Cara Patrícia,

Quando um carro pára, depois de haver percorrido uma pequena distância, isso pode ter ocorrido devido a uma série de fatores. Comece por verificar se tem gasolina no tanque.
Depois veja se o filtro de gasolina não está entupido.
Verifique também se tem algum problema com a injeção eletrônica.
Se nada disso resolver o problema, pode ser que a própria bomba de gasolina esteja com defeito, não proporcionando quantidade ou pressão suficiente nos injetores.

Espero ter ajudado.

Roberto.

Isso que é pegador

Um homem 29 anos, executivo, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e…… maravilha!, com uma deusa morena sentada junto à janela.

Após 15 minutos de vôo ele não se contém:

- É a 1ª vez que vai a New York?
- Não, é uma viagem habitual.
- Trabalha com moda?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.
- Suas pesquisas dedicam-se a quê?
- No momento, pesquiso as características do membro masculino.
- A que conclusão chegou?
- Que os Índios são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, essas etnias são as que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Oh! Desculpe-me Sr., eu estou aqui falando sem parar e nem sei seu nome…
- Mohammed Pataxó! Às suas ordens!…

terça-feira, 1 de julho de 2008

A internet e o amor virtual

Fonte: http://www.digestivocultural.com

Todo mundo tem uma história de amor pela internet para contar. Mas não conta; tem vergonha. É coisa de nerd: ficar de pijamão, madrugada afora, com a pupila dilatada, em frente ao computador - teclando e se deixando teclar, por pessoas de origem desconhecida, de procedência absolutamente aleatória, de caráter imprevisível, de histórico pouco confiável. Enfim, é uma loucura. Mas os riscos são mínimos e, por isso, não há quem não tenha tentado. [Ah, só uma tentadinha, vai...]Independentemente dos envolvidos tomarem coragem e se confessarem, Alice Sampaio escreveu um livro a respeito, intitulado Amor na Internet - Quando o virtual cai na real (Record, 2001, 348 páginas). Na verdade, Alice, jornalista, compilou mais de 15 histórias narrando as venturas e desventuras de quem se lançou nesse mar de possibilidades: os chats, os e-mails, os sites de encontro. Claro, ninguém assume nada, todos estão protegidos por pseudônimos - como é praxe na própria internet, aliás. Antes que o leitor se espante com a naturalidade com que os internautas se lançam nessa loteria do romance às escuras, vale lembrar que o sexo furtivo, a bimbada de ocasião, é coisa mais antiga do que a própria humanidade. Todos os animais têm cio; todos os seres humanos também têm - acontece que não é de bom tom dar crédito a essas vontades, que surgem não se sabe de onde, sem qualquer explicação moral aceitável, de conseqüências quase sempre desastrosas. Então a religião veio para coibir esses impulsos; e a prostituição, para represá-los, se possível longe da sociedade. Freud se revoltou contra essa práxis acobertada e devolveu o sexo para a sociedade. Foi mais longe: pôs e viu sexo em tudo. No Brasil, Nélson Rodrigues enfiou-o nos lugares mais improváveis: nas casas de família, nos consultórios, nos enterros, nas filas e nos pontos-de-ônibus. Tinham ambos razão: onde o sexo está mais sufocado é onde, justamente, explode com maior intensidade. Vide as intermináveis discussões acerca do celibato e das perversões dos padres, que não são de hoje e que vão durar quanto a Igreja durar. É, portanto, perfeitamente razoável que cidadãos esmagados pela rotina, pelas pressões, pelas obrigações, pelo cansaço procurem se evadir de alguma forma. O sexo é apenas mais uma dentre as tantas possibilidades. Cada um procura o nicho que mais lhe convém e descarrega nele suas frustrações e suas fantasias diárias. As mulheres, é comprovado (inclusive em estudos acadêmicos), escolhem as telenovelas, com suas relações subliminares e seu romantismo de reality show. Os homens, em geral, descarregam no esporte, que é, parafraseando Dave Mustaine, o mais próximo que alguns deles podem chegar do ato sexual. Daí para a internet, é só um passo. O livro de Alice Sampaio compila alguns casos que podem ser divididos em categorias mais ou menos estanques. Por exemplo: há aquele casal de meia idade, marcado por separações ou pela viuvez precoce, que, por insistência dos filhos (internautas), acaba se cadastrando em sites e se encontrando para toda a vida, como que por encanto. Essas pessoas têm, para com a nova mídia, atitudes extremamente conservadoras: abandonam-na tão logo se sentem seguras para se telefonar e se comunicar de outras formas, "menos impessoais" (segundo suas próprias palavras). Claro que essa categoria não busca satisfação momentânea, e sim ligações duradouras, transferindo para a internet a função do footing, do cinema, do passeio na praça, catalisadores da chamada paquera, em épocas pré-cambrianas.Há também os adolescentes de primeira água, que praticamente nasceram conectados e plugados. Para eles, igualmente, a internet é ferramenta: uma maneira de exorcizar a timidez e a insegurança típicas da idade. Entregam-se a ela num misto de excitação e curiosidade, não descarregando ali suas perturbações e seus fracassos (como os adultos), mas apenas desenvolvendo a auto-estima e a auto-afirmação, de um jeito novo e inusitado. Claro, há os problemas evidentes do excesso de uso e da fuga em que a internet pode se transformar, quando o jovenzinho ou a jovenzinha prefere refugiar-se nela a enfrentar a dura realidade. Mas não é regra, nem patologia catalogada. Uma das mais divertidas histórias do livro é, approposito, a de uma garota que troca freneticamente de namorado, como troca de roupa ou sapato, num dia de festa em que não se entende com o armário. Com uma facilidade e uma desenvoltura invejáveis; até um pouco estranhas numa mulher (por definição e por convenção, sempre atrás de segurança, estabilidade, futuro garantido, essas coisas). Numa de suas andanças, a conquistadora topa com um sujeito cheio de negócios escusos que - diz o livro - é pago para apagar contraventores ou "procurados". A garota não se abala; afasta-se dele por precaução (mais do que por vontade) e sente sua falta até o fim do relato. Depois se envolve com outro rapaz, esse de sua idade, que quer insistentemente namorar; ela não quer e invertem-se mais uma vez os papéis (homem-volúvel, mulher-centrada). São, portanto, jogos lúdicos, num estágio de total imaturidade afetiva; mas que, mesmo assim, horrorizaram o profissional que - a pedido de Alice - se põe a analisar o caso. Tirando os de meia-idade e os adolescentes ocasionais, sobram aqueles tipos supracitados: para quem o sexo é uma aventura e uma válvula de escape. Compõem uma "classe média"; a mesma que não ganhou computador na infância, mas que também não se indispôs com as tecnologias de agora (até porque tem de usá-las no trabalho). Atravessou e experimentou as duas eras do relacionamento humano, a antiga e a nova. A antiga: dos bailinhos, das matinês, dos portões de escola, nos primeiros contatos físicos com o sexo oposto. E a nova: dos chats por idade, dos sites de classificados, das webcams e dos e-mails derramados como se fossem cartas. Esses certamente estão na situação mais interessante, embora não tão documentados na obra de Alice Sampaio. Se a abordagem não contempla todas as possibilidades (ainda que inclua o amor homossexual), é aceitável e elogiável mesmo em suas falhas. Já frágeis mesmo são as conclusões e análises. As conclusões porque feitas por uma mulher de meia idade (a autora), que, a partir de experiências pessoais frustradas com a internet, condena o meio sem apelação, quando ele é tão culpado quanto o são bares, boates, restaurantes e locais onde todos os dias milhares de pessoas vão para se relacionar. A internet não é um mal em si; é um instrumento como qualquer outro. Já as análises pecam pela incompreensão de psiquiatras, psicanalistas e psicólogos, viciados no velho jogo do amor: olhares, sinais, aproximações, palavras, toques e encontrões. Como a internet inverte o roteiro (colocando as palavras em primeiro lugar), eles se perdem e condenam 99% dos casais à fogueira da inquisição, como se a World Wide Web fosse produto feito e acabado. O fato é que, independentemente do balanço negativo, as pessoas vão continuar se lançando em blind dates, com o primeiro desconhecido simpático que for hábil no uso do vernáculo. Vão continuar se entregando sofregamente nos primeiros encontros. E vão continuar errando, se arrependendo e - quem sabe -, com sorte, acertando, porque é inevitavelmente a lógica do sexo e do amor. Se, de repente, contamos com uma "porta", que se abre da nossa casa (ou da nossa estação de trabalho), na qual podemos anonimamente penetrar (sem riscos, portanto), encontrando um monte de gente interessante (ou nem tanto), por que vamos nos negar essa possibilidade?

terça-feira, 15 de abril de 2008

Não é implicância, juro!


Maria Paula 1:














Maria Paula 2:

>










Ok, Maria Paula, se a gente disser que já entendeu que você comprou um batom novo, você promete que pára de tirar foto fazendo biquinho?

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

BBB 8 - "Marcelo quer semear a discórdia", diz ex-BBB Thalita

Redação 24HorasNews

A ex-BBB Thalita Lippi criticou as atitudes de Marcelo durante discussão com Thatiana, na última quinta-feira, no BBB. "Sei o que ela sentiu. Ele fez a mesma coisa comigo, quer semear a discórdia", afirmou. Thalita também comentou a declaração da professora brasiliense que disse já ter beijado mulheres. "Isso não faz dela homossexual. Se fosse assim, eu seria gay, e não sou. De repente ela mesmo não sabe se é. Tem 21 anos, está experimentando." O ex-BBB Jean Willys, que assumiu no Big Brother Brasil 5 ser homossexual, concorda que ninguém deve ser pressionado para assumir nada. "O programa é uma gincana para concorrer um prêmio, não o Santo Ofício. Ninguém tem que confessar nada sem querer", opinou.

PITACO : Afinal, o Big Brother serve para afirmar a sexualidade dos participantes ou para ganhar um milhão?