Quem ainda acredita naquele velho papo de que "uma mídia não substitui a outra" (geralmente porque trabalha numa mídia que ameaça ser substituída), deveria ler o relatório E-Books: The Next Killer Application?, de Sampo Timonen, diretor da divisão de papéis gráficos para a Europa, na RISI.
Timonen, ao contrário de muita gente que finge que não se abala com as mudanças trazidas pela digitalização, é um representante da indústria do papel, mas anda tão preocupado com o futuro que decidiu, sem rodeios, abordar o assunto. Em seu artigo, parte logo para o "pior cenário" e constrói uma analogia com a combalida indústria musical. Usando dados da própria indústria fonográfica (disponíveis na Wikipedia), Sampo nos conta que, antes da internet, a "canibalização" teve início já com a fita cassete.
O LP teve seu auge em 1981, com 1,1 bilhão de unidades vendidas. Ocorre que o walkman (alguém se lembra?) surgiu no horizonte em 1979 e, até 1988, o mercado de fitas cassete foi crescendo 13% a cada ano (mesmo com a qualidade sonora inferior). Enquanto isso, a venda do LPs caiu 39% de 1981 até 1986; 74% até 1991; e 98% até 1996. Lógico que o CD já havia surgido nos mesmos anos 80 - e cresceria, na casa dos dois dígitos anualmente, nos 1990s.
Enquanto isso, a fita cassete experimentaria seu auge em 1989 (com 1,54 bilhão de unidades vendidas), para decair 12% até 1994, 45% até 1999 e 76% até 2004. Já o CD chegaria ao topo do mundo no ano simbólico de 2000, com 2,45 bilhões de unidades vendidas. E, com o advento do MP3, o compact disc despencaria, logicamente, 21% até 2005 e 45% até 2008. Hoje, 95% da música que circula ou é distribuída de graça ou é ilegal mesmo.
"Isso tudo poderia acontecer com o papel?", Sampo Timonen se pergunta no meio do texto. Para responder que já aconteceu (alô, jornalistas) com a mídia impressa - cuja demanda caiu 16% de 1999 (o pico) até 2004; e 57% (mais da metade) até 2009. Se a analogia realmente funcionar, a demanda por notícias impressas deve cair, segundo Sampo, de 75 a 98% nos próximos 5 anos.
E para aqueles que tentam se convencer de que "o papel nunca vai morrer", afirmando que o velho LP triplicou suas vendas nos últimos 3 anos - afinal "uma mídia não substitui a outra" etc. -, Sampo Timonen informa que o long play, em sua gloriosa ressurreição, alcançou exatos 0,8% do que vendia no seu auge (despencando outros exatos 99,2% de 1981 até hoje.
terça-feira, 16 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
SEJA UM IDIOTA
A idiotice é vital para a felicidade.
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
hahahahahahahahaha!...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.
Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!
Arnaldo Jabor
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Papo Cabeça
Recém-nascidos 'posam' em novo livro de irmãs fotógrafas
As fotos dos bebês fazem parte do livro "Sleeping Beauties: Newborns in Dreamland" ("Belezas adormecidas: Recém-Nascidos na Terra dos Sonhos", em tradução livre).
Todos os bebês têm de 5 a 10 dias de vida. Nessa fase da vida, os recém-nascidos dormem muito e são mais "maleáveis" para poder fazer as poses.
O livro das irmãs Tracy Raver e Kelley Ryden chegará às lojas no mês de abril. Segundo a editora Sellers, o trabalho também será publicado no Brasil."Os recém-nascidos são naturalmente muito dorminhocos, e nós ainda pedimos às suas mães que encham as barrigas deles antes de os trazerem ao estúdio", complementam.
"Nós tentamos trabalhar com poses naturais e encolhidas, do mesmo jeito que eles estavam no útero", explicam as fotógrafas.A editora comenta que, normalmente, fotos de bebês só começam a ser tiradas em estúdios depois que a criança consegue sentar-se sozinha. O trabalho das irmãs se destaca justamente por ser feito nos primeiros dias de vida das crianças.
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Então tá... Livros fotográficos
terça-feira, 9 de março de 2010
As páginas da vida são cheias de surpresa. Há capítulos de alegria mas também de tristeza, há mistérios e fantasias, sofrimentos e decepções. Por isso não rasgue páginas nem salte capítulos, não se apresse em descobrir os mistérios, não perca as esperanças, pois muitos são os finais felizes. E nunca se esqueça do principal: No livro da vida, o autor é você!
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Em poucas palavras
Casal de fotógrafos cria álbum que satiriza brigas de casal
As fotos começaram a ser tiradas como parte de um projeto que desafiava as pessoas a tirar 365 fotos, uma para cada dia do ano. O título desta é: "Eu disse para ele fazer a limpeza."
Segundo Thad, tirar uma foto todo dia pode se transformar em algo tedioso e daí a necessidade de tentar brincar mais com as situações.
Thad e Sarah vivem na cidade de Durham, em North Carolina, nos Estados
Unidos e, entre outras atividades,
fotografam casamentos.
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Então tá... Livros fotográficos
quarta-feira, 3 de março de 2010
Quem eu sou?
Eu sou o que você vê?
Ou sou principalmente o que você não vê?
Sou o que eu falo, o que eu sinto?
Ou sou o que sinto, mas não falo?
Sou névoa que encobre seu destino
Ou sou Luz em seu caminho?
Não!
Não sou nada que se saiba.
Sou mistério até p`ra mim.
Sou buracos pelos muros
Às vezes torre de marfim.
Sou inércia em meio ao caos.
Coerência em demasia.
Sou polaridades tal o Tao
Sou certeza de magia.
Nada certo.
Nem perfeito.
Apenas um coração dentro do peito
Uma grande intenção e um sonho sem defeito.
Mas o que eu quero (quero mesmo)
Dentro desse seu coração
É muito pouco, é tão somente
Não ser passagem, assim a esmo
Mas ser sempre a emoção.
E que eu seja, veja bem
Algo muito precioso.
Muito mais que um tesouro.
Não rubis ou diamantes
Não platina, prata ou ouro
Que são belos e brilhantes.
Pois eu não sou, e você sabe
Das minhas sedas retalhadas
Dos meus cristais estilhaçados
Da vida paralisada
Dos sonhos envenenados.
Eu quero ser, preste atenção
Algo que não precise encantar
Por sua forma ou sua cor.
Ser somente a sensação
Que se tem ao respirar
Ou a sede mitigada sem sabor.
Algo comum, invisível, transparente
Vital, imprescindível, essencial.
Que eu lhe seja, então, incontinente
Água límpida, puro ar, simples sal.
Ou sou principalmente o que você não vê?
Sou o que eu falo, o que eu sinto?
Ou sou o que sinto, mas não falo?
Sou névoa que encobre seu destino
Ou sou Luz em seu caminho?
Não!
Não sou nada que se saiba.
Sou mistério até p`ra mim.
Sou buracos pelos muros
Às vezes torre de marfim.
Sou inércia em meio ao caos.
Coerência em demasia.
Sou polaridades tal o Tao
Sou certeza de magia.
Nada certo.
Nem perfeito.
Apenas um coração dentro do peito
Uma grande intenção e um sonho sem defeito.
Mas o que eu quero (quero mesmo)
Dentro desse seu coração
É muito pouco, é tão somente
Não ser passagem, assim a esmo
Mas ser sempre a emoção.
E que eu seja, veja bem
Algo muito precioso.
Muito mais que um tesouro.
Não rubis ou diamantes
Não platina, prata ou ouro
Que são belos e brilhantes.
Pois eu não sou, e você sabe
Das minhas sedas retalhadas
Dos meus cristais estilhaçados
Da vida paralisada
Dos sonhos envenenados.
Eu quero ser, preste atenção
Algo que não precise encantar
Por sua forma ou sua cor.
Ser somente a sensação
Que se tem ao respirar
Ou a sede mitigada sem sabor.
Algo comum, invisível, transparente
Vital, imprescindível, essencial.
Que eu lhe seja, então, incontinente
Água límpida, puro ar, simples sal.
Autora: Dry@de.
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A dois
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Acabe com a dúvida e entre já na academia
Veja o que você ganha com o treino, além de um corpo perfeito.
Na hora da virada, você pensou: este ano, eu faço exercícios físicos . Mas o tempo
está passando e, até agora, nada matrícula. Continuando assim, a promessa vai caducar de novo e o seu corpo é que sofre com os efeitos da preguiça, uma pena. "Normalmente, as pessoas buscam a academia por causa de uma necessidade física (emagrecer ou ganhar músculos, por exemplo)", afirma a professora Milena Emídio, coordenadora da academia Triathon.
Mas, em alguns casos, a comodidade é tanta que são necessários outros atrativos para convencer você a treinar. Não é que as razões estéticas percam importância, mas só elas não bastam. O desafio é, justamente, conseguir ir além do óbvio.
Felizmente, na maioria das grandes redes de academia, é possível encontrar muitos motivos para ter vontade de se exercitar, ao menos, três por semana. A seguir, a professora da Triathon apresenta algumas delas para você.
No pique do calendário: as academias estão sempre de olho nas festas mais importantes. Perto do carnaval, por exemplo, há aulas especiais que ensinam a sambar e queimam muitas calorias. Na Páscoa, surgem opções com alta queima calórica, para você comer chocolate sem culpa ou medo de engordar.
Bom humor: os exercícios físicos ajudam na liberação dos hormônios de bem-estar. Mas não é só por isso que o seu humor melhora: o próprio astral do ambiente, descontraído, ajuda a quebrar o estresse diário e você fica com mais disposição.
Auto-estima: ela é uma das primeiras beneficiadas pelo treino. Antes que os resultados comecem a aparecer, você já sente mais confiança em si mesmo e também comemora a força de vontade por ter começado a fazer ginástica.
Comunicação mais clara: para muita gente, o universo dos exercícios e equipamento é desconhecido. Mas, mesmo sem ter repertório, você precisa explicar ao professor o que deseja e como vem sentindo o efeito dos treinos. O esforço diário acaba favorecendo a sua capacidade de comunicação.
Menos timidez: na academia, a vergonha de pedir ajuda tem que ficar trancada no armário. Você precisa ter certeza de que está realizando os exercícios na postura correta (o que evita lesões e acelera os resultados). Havendo qualquer dúvida, é preciso deixar a timidez de lado e consultar um instrutor. Com o tempo, você vai perceber que nem é tão difícil se aproximar das pessoas.
Cabeça descansada: enquanto cumpre o programa, cansando o corpo, você poupa sua cabeça das preocupações com a casa e o trabalho. Para muita gente, o treino na academia é o único momento do dia para pensar em si próprio.
Na hora da virada, você pensou: este ano, eu faço exercícios físicos . Mas o tempo
está passando e, até agora, nada matrícula. Continuando assim, a promessa vai caducar de novo e o seu corpo é que sofre com os efeitos da preguiça, uma pena. "Normalmente, as pessoas buscam a academia por causa de uma necessidade física (emagrecer ou ganhar músculos, por exemplo)", afirma a professora Milena Emídio, coordenadora da academia Triathon.
Mas, em alguns casos, a comodidade é tanta que são necessários outros atrativos para convencer você a treinar. Não é que as razões estéticas percam importância, mas só elas não bastam. O desafio é, justamente, conseguir ir além do óbvio.
Felizmente, na maioria das grandes redes de academia, é possível encontrar muitos motivos para ter vontade de se exercitar, ao menos, três por semana. A seguir, a professora da Triathon apresenta algumas delas para você.
No pique do calendário: as academias estão sempre de olho nas festas mais importantes. Perto do carnaval, por exemplo, há aulas especiais que ensinam a sambar e queimam muitas calorias. Na Páscoa, surgem opções com alta queima calórica, para você comer chocolate sem culpa ou medo de engordar.
Bom humor: os exercícios físicos ajudam na liberação dos hormônios de bem-estar. Mas não é só por isso que o seu humor melhora: o próprio astral do ambiente, descontraído, ajuda a quebrar o estresse diário e você fica com mais disposição.
Auto-estima: ela é uma das primeiras beneficiadas pelo treino. Antes que os resultados comecem a aparecer, você já sente mais confiança em si mesmo e também comemora a força de vontade por ter começado a fazer ginástica.
Comunicação mais clara: para muita gente, o universo dos exercícios e equipamento é desconhecido. Mas, mesmo sem ter repertório, você precisa explicar ao professor o que deseja e como vem sentindo o efeito dos treinos. O esforço diário acaba favorecendo a sua capacidade de comunicação.
Menos timidez: na academia, a vergonha de pedir ajuda tem que ficar trancada no armário. Você precisa ter certeza de que está realizando os exercícios na postura correta (o que evita lesões e acelera os resultados). Havendo qualquer dúvida, é preciso deixar a timidez de lado e consultar um instrutor. Com o tempo, você vai perceber que nem é tão difícil se aproximar das pessoas.
Cabeça descansada: enquanto cumpre o programa, cansando o corpo, você poupa sua cabeça das preocupações com a casa e o trabalho. Para muita gente, o treino na academia é o único momento do dia para pensar em si próprio.
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Saúde
Vencendo o cigarro
Sim, não é fácil vencer o cigarro. Mas isso não significa que seja impossível
Há alguns anos, foi realizado um estudo para avaliar a capacidade viciante das drogas mais comuns. Ao analisar os questionários a partir de padrões internacionais de Saúde Mental, os pesquisadores descobriram que 15% dos usuários regulares de cocaína poderiam ser considerados viciados na droga.
Utilizando os mesmos critérios, 90% dos adultos e 87% dos jovens que fumam pelo menos uma vez ao dia também preencheram a classificação de Vício. A conclusão da pesquisa? A nicotina vicia tanto quanto a cocaína. Ou até mais.
Metade dos adultos que tentam de verdade, consegue abandonar o cigarro. E o segredo deste sucesso, que não é nada do outro mundo, pode ser resumido em 3 passos simples:
FAÇA SUA LISTA E PARE DE VEZ.
É por causa da sua saúde? Quer reassumir o controle sobre sua vida? Ser
um exemplo para seus conhecidos?
Faça uma lista dos seus motivos
e cole-a na porta da geladeira, consultando-a várias vezes ao dia. No dia seguinte, pare de fumar.
Mais de 90% de todos os ex-tabagistas pararam por conta própria, sem acupuntura, antidepressivos, adesivos ou chicletes de nicotina. Simplesmente decidiram. E pararam.
Não se engane com a conversa de que você começou a reduzir o número de cigarros, está parando pouco a pouco e que isto demonstra seu controle sobre o vício. Na verdade, isto demonstra, sim, o total controle do Vício sobre você, e provavelmente logo estará fumando a mesma quantidade de antes. Pare de uma vez só.
AGUENTE FIRME OS PRIMEIROS 10 DIAS.
Ao abandonar o cigarro, você poderá sentir irritabilidade, ansiedade, insônia, tremores, fadiga, dores de cabeça, tosse, sensação de garganta seca, constipação intestinal, azia, gastrite e coriza. Estas manifestações fazem parte dos sintomas de Abstinência causados pelo corte no fornecimento de nicotina.
As primeiras 72h são as mais críticas: algumas pessoas chegam a experimentar uma crise de abstinência a cada 2-4 horas. Apesar de incômodas, as crises duram apenas de 3 a 5 minutos mais ou menos o tempo que você levaria para fumar um cigarro.
Cerca de 4 dias após o último cigarro, mais de 90% de toda a nicotina acumulada em seu corpo terá sido eliminada, e os sintomas da abstinência diminuirão bastante. Por volta do décimo dia, as crises de abstinência se tornarão quase imperceptíveis.
Para lidar com a Abstinência, você deve manter uma alimentação regular, consumir bastante suco natural de frutas e procurar atividades que lhe distraiam, como jardinagem, ouvir uma música calma, arrumar seus CDs ou o guarda-roupa, sair para uma caminhada, tomar um chá de camomila, etc. Lembre-se sempre que, apensar de desconfortáveis, os sintomas da Abstinência são temporários, mas as lesões causadas pelo cigarro serão para sempre.
MANTENHA A MEMÓRIA ACESA
Aproximadamente 90 dias após parar de fumar, sua capacidade pulmonar terá aumentado 30%! Atletas trabalham a vida inteira para conseguir resultados que são uma mínima fração disso. Após 10 anos sem cigarro, o risco de você morrer por câncer nos pulmões é praticamente o mesmo da população em geral. Mas manter-se livre do cigarro é um
compromisso de honra para toda a vida.
A memória é traiçoeira e você pode terminar esquecendo o que lhe levou a parar de fumar. Não deixe que isto aconteça. Consulte diariamente sua lista de motivos. Escreva uma nova quando a antiga estiver desbotando. Evite consumir qualquer forma de bebida alcoólica, pelo menos durante os primeiros 3-6 meses: a bebida irá reduzir sua capacidade de auto-crítica, aumentando risco de um deslize.
Muitas rotinas inocentes podem desencadear aquela vontade irresistível de fumar. Falar ao telefone, dirigir, tomar café, discutir, trocar um pneu furado.... os sintomas de abstinência podem se insinuar onde você menos espera. Resista sempre e concentre-se em avançar 60 minutos por hora, 24 horas por dia, um dia de cada vez. Bilhões de pessoas já passaram por isso e venceram. Você também consegue.
Quem pára de fumar inspira os amigos e a família a fazerem o mesmo
O convívio com ex-fumantes aumenta em 67% suas chances de largar o cigarro
Quem sonha em parar de fumar agora sabe que pode contar com uma ajudinha extra: a influência das pessoas mais próximas. Uma pesquisa americana acaba de comprovar que, quando uma pessoa decide interromper as tragadas, acaba levando outras a fazer o mesmo as chances de que isso aconteça chegam a 67%, de acordo com a pesquisa publicada no periódico New England Journal of Medicine.
Por 32 anos, os cientistas acompanharam mais de 12 mil pessoas e constataram que o abandono do vício em grupos é prática recorrente. Entre casais, a estratégia alcança sucesso máximo: os tais 67%, seguidos por 43% de redução entre amigos; 34% no caso de colegas de trabalho e 25% quando o tabagismo afeta irmãos.
Na prática, o fim do vício em uma pessoa próxima acaba servindo de inspiração, por isso quanto maior o vínculo afetivo e a convivência, maiores as chances de esta decisão se contagiar.
As dependências causadas pelo cigarro:
Física
A nicotina é a responsável pela dependência física do tabagista. Ela é uma substância psicoativa, ou seja, afeta o físico e o psíquico além de alterar o comportamento. A dependência física significa a perda de controle sobre o uso de determinada droga. Quem fuma cigarros não consegue exercer o autocontrole, ainda que esteja totalmente consciente dos sérios riscos à saúde diz a psicóloga Silvia Maria Cury. Essa dependência varia de um fumante para outro.
Psicológica
O cigarro é usado pelos tabagistas para controlar suas emoções. O fumante usa o vício para controlar seu estado emocional, lançando mão do cigarro quando está deprimido, zangado ou estressado , afirma Silvia. Com o tempo, a pessoa não sabe mais lidar com o estresse sem dar umas tragadas . Além de funcionar como um mecanismo de adaptação às frustrações, sentimentos de solidão e pressões sociais, o cigarro também pode ser usado como forma de auto-estimulação e gratificação, segundo a especialista.
Fonte: minhavida.com.br
Há alguns anos, foi realizado um estudo para avaliar a capacidade viciante das drogas mais comuns. Ao analisar os questionários a partir de padrões internacionais de Saúde Mental, os pesquisadores descobriram que 15% dos usuários regulares de cocaína poderiam ser considerados viciados na droga.
Utilizando os mesmos critérios, 90% dos adultos e 87% dos jovens que fumam pelo menos uma vez ao dia também preencheram a classificação de Vício. A conclusão da pesquisa? A nicotina vicia tanto quanto a cocaína. Ou até mais.
Metade dos adultos que tentam de verdade, consegue abandonar o cigarro. E o segredo deste sucesso, que não é nada do outro mundo, pode ser resumido em 3 passos simples:
FAÇA SUA LISTA E PARE DE VEZ.
É por causa da sua saúde? Quer reassumir o controle sobre sua vida? Ser
um exemplo para seus conhecidos?
Faça uma lista dos seus motivos
e cole-a na porta da geladeira, consultando-a várias vezes ao dia. No dia seguinte, pare de fumar.
Mais de 90% de todos os ex-tabagistas pararam por conta própria, sem acupuntura, antidepressivos, adesivos ou chicletes de nicotina. Simplesmente decidiram. E pararam.
Não se engane com a conversa de que você começou a reduzir o número de cigarros, está parando pouco a pouco e que isto demonstra seu controle sobre o vício. Na verdade, isto demonstra, sim, o total controle do Vício sobre você, e provavelmente logo estará fumando a mesma quantidade de antes. Pare de uma vez só.
AGUENTE FIRME OS PRIMEIROS 10 DIAS.
Ao abandonar o cigarro, você poderá sentir irritabilidade, ansiedade, insônia, tremores, fadiga, dores de cabeça, tosse, sensação de garganta seca, constipação intestinal, azia, gastrite e coriza. Estas manifestações fazem parte dos sintomas de Abstinência causados pelo corte no fornecimento de nicotina.
As primeiras 72h são as mais críticas: algumas pessoas chegam a experimentar uma crise de abstinência a cada 2-4 horas. Apesar de incômodas, as crises duram apenas de 3 a 5 minutos mais ou menos o tempo que você levaria para fumar um cigarro.
Cerca de 4 dias após o último cigarro, mais de 90% de toda a nicotina acumulada em seu corpo terá sido eliminada, e os sintomas da abstinência diminuirão bastante. Por volta do décimo dia, as crises de abstinência se tornarão quase imperceptíveis.
Para lidar com a Abstinência, você deve manter uma alimentação regular, consumir bastante suco natural de frutas e procurar atividades que lhe distraiam, como jardinagem, ouvir uma música calma, arrumar seus CDs ou o guarda-roupa, sair para uma caminhada, tomar um chá de camomila, etc. Lembre-se sempre que, apensar de desconfortáveis, os sintomas da Abstinência são temporários, mas as lesões causadas pelo cigarro serão para sempre.
MANTENHA A MEMÓRIA ACESA
Aproximadamente 90 dias após parar de fumar, sua capacidade pulmonar terá aumentado 30%! Atletas trabalham a vida inteira para conseguir resultados que são uma mínima fração disso. Após 10 anos sem cigarro, o risco de você morrer por câncer nos pulmões é praticamente o mesmo da população em geral. Mas manter-se livre do cigarro é um
compromisso de honra para toda a vida.
A memória é traiçoeira e você pode terminar esquecendo o que lhe levou a parar de fumar. Não deixe que isto aconteça. Consulte diariamente sua lista de motivos. Escreva uma nova quando a antiga estiver desbotando. Evite consumir qualquer forma de bebida alcoólica, pelo menos durante os primeiros 3-6 meses: a bebida irá reduzir sua capacidade de auto-crítica, aumentando risco de um deslize.
Muitas rotinas inocentes podem desencadear aquela vontade irresistível de fumar. Falar ao telefone, dirigir, tomar café, discutir, trocar um pneu furado.... os sintomas de abstinência podem se insinuar onde você menos espera. Resista sempre e concentre-se em avançar 60 minutos por hora, 24 horas por dia, um dia de cada vez. Bilhões de pessoas já passaram por isso e venceram. Você também consegue.
Quem pára de fumar inspira os amigos e a família a fazerem o mesmo
O convívio com ex-fumantes aumenta em 67% suas chances de largar o cigarro
Quem sonha em parar de fumar agora sabe que pode contar com uma ajudinha extra: a influência das pessoas mais próximas. Uma pesquisa americana acaba de comprovar que, quando uma pessoa decide interromper as tragadas, acaba levando outras a fazer o mesmo as chances de que isso aconteça chegam a 67%, de acordo com a pesquisa publicada no periódico New England Journal of Medicine.
Por 32 anos, os cientistas acompanharam mais de 12 mil pessoas e constataram que o abandono do vício em grupos é prática recorrente. Entre casais, a estratégia alcança sucesso máximo: os tais 67%, seguidos por 43% de redução entre amigos; 34% no caso de colegas de trabalho e 25% quando o tabagismo afeta irmãos.
Na prática, o fim do vício em uma pessoa próxima acaba servindo de inspiração, por isso quanto maior o vínculo afetivo e a convivência, maiores as chances de esta decisão se contagiar.
As dependências causadas pelo cigarro:
Física
A nicotina é a responsável pela dependência física do tabagista. Ela é uma substância psicoativa, ou seja, afeta o físico e o psíquico além de alterar o comportamento. A dependência física significa a perda de controle sobre o uso de determinada droga. Quem fuma cigarros não consegue exercer o autocontrole, ainda que esteja totalmente consciente dos sérios riscos à saúde diz a psicóloga Silvia Maria Cury. Essa dependência varia de um fumante para outro.
Psicológica
O cigarro é usado pelos tabagistas para controlar suas emoções. O fumante usa o vício para controlar seu estado emocional, lançando mão do cigarro quando está deprimido, zangado ou estressado , afirma Silvia. Com o tempo, a pessoa não sabe mais lidar com o estresse sem dar umas tragadas . Além de funcionar como um mecanismo de adaptação às frustrações, sentimentos de solidão e pressões sociais, o cigarro também pode ser usado como forma de auto-estimulação e gratificação, segundo a especialista.
Fonte: minhavida.com.br
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